quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Salmo 8

Salmo 8 Versículos do Salmo 8 do livro Salmos da Bíblia. 1 Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. 2 Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza, por causa dos teus adversários, para silenciar o inimigo que busca vingança. 3 Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, 4 pergunto: Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes? 5 Tu o fizeste um pouco menor do que os seres celestiais e o coroaste de glória e de honra. 6 Tu o fizeste dominar as obras das tuas mãos; sob os seus pés tudo puseste: 7 todos os rebanhos e manadas, e até os animais selvagens, 8 as aves do céu, os peixes do mar e tudo o que percorre as veredas dos mares. 9 Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Nossa Senhora

Agradeço a Deus em nome de Jesus de termos dado Maria como nossa mãe e intercessora a cada instante de minha vida. A cada instante de nossa vida. Estar no colo de Maria, a mãe de Jesus, é estar no colo de Deus. Ela nos indica o caminho: Jesus. Paz e bem! José Ribamar Rio de Janeiro, 21/02/2013

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Estandarte, ó ilha bela

Estandarte, ilha bela Estandarte, ó ilha bela Sendo amor clarão de luz Tu és flor, e ficas linda As margens do Rio Santa Cruz. Nunca esqueças ó ilha bela De teu Deus a cada dia Amar gerar filhos ao Rei Reinar como rainha Tudo lindo a cada dia Esperança de Deus Pai. Estandarte, eu te digo Serei sempre teu amigo Teu poeta e teu cantor A escrever versos de amor. Não esqueço 14 de agosto Do Círio de Nazaré em Estandarte As famílias se abraçam Reina a paz nos corações Tudo fica tão bonito Esperando o Deus da Luz. Este singelo poema que eu, José Ribamar Santos Baltazar, Ribamar Santos, escrevi em homenagem a Estandarte Maranhão, pequena ilha de pescadores onde nasci. José Ribamar dos Santos Baltazar Rio de Janeiro, 23 de novembro de 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Pensamentos de Santa Gertrudes de Halfta

PENSAMENTOS DE SANTA GERTRUDES DE HELFTA "Ó Amor, o ardor de tua divindade abriu-me o Coração dulcíssimo de Jesus! Ó Coração do qual mana toda doçura. Ó Coração transbordante de ternura. Ó Coração repleto de caridade!" "Beber desta fonte salvadora significa restituir a si a própria verdade, ofuscada pelo pecado, para recuperar a luminosidade da inteligência e do amor originais. Quem faz tal experiência reencontra o próprio coração, recriado no amor de Deus" "Ó Amor, mergulha meu espírito nas águas deste Coração melífluo, sepultando nas profundezas da divina misericórdia todo o peso da minha iniqüidade e da minha negligência. Restitui-me, em Cristo, uma inteligência luminosa e um afeto puro, para que – através de ti – eu possa ter um coração imune, desembaraçado e livre". "Ó Senhor, desejo louvar-te e agradecer-te porque, apesar da minha indignidade, mantiveste tua transbordante ternura para comigo. Quero ainda louvar-te porque alguns, ao ler estas páginas, poderão saborear na intimidade de seu ser as mais elevadas experiências. De fato, por meio do alfabeto, alcançam a ciência da filosofia aqueles que querem estudar; similarmente, por meio de sinais que, na verdade, são apenas figuras retratadas, os leitores destas páginas aprenderão a degustar dentro de si mesmos aquele maná escondido que não poderia ser associado a nenhuma mistura de imagens corpóreas, e de cujo sabor somente quem já experimentou sentirá fome". "Naquela mesma hora, quando minha memória ainda se ocupava devotamente com tais pensamentos, senti que me estava sendo divinamente concedido – a mim, tão indigna que sou – aquilo mesmo que havia pedido na oração, isto é: no interior de meu coração, como sendo um lugar corpóreo, eu soube que tinham sido impressos os sinais de tuas santíssimas chagas, dignas de respeito e adoração". "Deus onipotente e Mestre generoso de todo bem, digna-te garantir-nos sempre este alimento enquanto caminhamos em nosso exílio, na espera de que – contemplando com rosto descoberto a glória do Cristo – sejamos transformados à sua própria imagem, de luz em luz, como sob suavíssimo sopro". "Durante uma pregação feita na capela por um frade, este dizia: 'O amor é um dardo de ouro. Se o homem o lança sobre qualquer outra pessoa, ele a possui de algum modo. Seria, pois, loucura usar o amor para os bens terrestres, mas negligenciar os bens celestes'. Inflamada por tais palavras, Gertrudes disse ao Senhor: 'Que me seja concedido este dardo! Então, sem esperar um segundo, eu me esforçaria para vos transpassar com ele, a Vós, único bem-amado de minha alma, para ter-vos sempre comigo'. Ela ainda pronunciava tais palavras, quando viu o Senhor que a mirava com uma flecha áurea e lhe dizia: 'Tu planejas ferir-me, caso possuísses uma flecha de ouro. Mas eis que sou eu quem a tenho! Desejo com ela transpassar-te de tal modo, que jamais poderás sarar'". "E era uma flecha com três curvaturas: no início, no meio e na extremidade. Assim se mostrava o tríplice efeito que esta flecha provocava na alma ferida. Quando a primeira curvatura penetra na alma, sua ferida a torna semelhante a um enfermo, que sente somente desgosto pelos bens passageiros: não há coisa alguma neste mundo que lhe assegure prazer nem consolação. A segunda, ao penetrar na alma, a faz parecer uma pessoa com alta febre que, exasperada pela dor, reclama pelo remédio com extrema impaciência. Assim é a alma nesta situação: o desejo que possui é tão intenso que, sem conseguir dominá-lo nem moderá-lo, arde por unir-se a Deus. E quando isto lhe parece impossível, se acaso ela não o experimenta, chega quase a perder o respiro. A terceira curvatura, enfim, quando penetra na alma, a faz elevar-se a uma altura tão sublime que nenhum de nós pode imaginar. A tal ponto, que uma mínima descrição deste estado nos faria dizer que a alma – como se fosse separada de seu corpo – estivesse toda mergulhada em delícias, nas torrentes do néctar da divindade". "Ó Fogo verdadeiro que tudo consome! Ó Fogo operante, cujo poder queima os vícios para manifestar à alma o suave vigor de tua unção! Só em ti nos é dada a força que restaura, re-formando nosso ser segundo a imagem e semelhança original". "Eu recitava esta prece: 'Pelo vosso Coração transpassado, ó Senhor amantíssimo, dignai-vos transpassar meu coração com os dardos de vosso amor, para que nada de terrestre nele permaneça e que ele seja repleto unicamente da virtude de vossa divindade'. Tendo assim rezado, bem depressa percebi – através de uma graça interior e de um sinal externo que vi surgir sobre o crucifixo – que minha prece havia chegado ao vosso Coração. Com efeito, depois de receber o sacramento da vida, já de volta ao meu lugar, pareceu-me ver partir do lado direito do crucifixo que está impresso sobre meu livro algo como um raio de sol, cuja extremidade tinha forma de uma flecha. Este raio emanava vigorosamente em minha direção. Conteve-se por um instante, depois se lançou novamente e permaneceu fixo, atraindo toda a minha afeição". "Ainda que sabia eu que me achava no dormitorio, me parecia que me encontrava no lugar do coro aonde costumava fazer minhas tibias orações e ouvi estas palavras 'eu te salvarei e te livrarei. Não Temas'. Quando o Senhor disse isto, extendeu sua mão mão fina e delicada até tocar a minha, como para confirmar sua promessa e proseguiu: 'Has mordido o pó com meus inimigos e has tratado de extrair mel dos espinhos. Volve-te agora a Mim, e minhas delicias divinas serão para ti como vinho'". "Então vi na mão que pouco antes se me havía dado como prenda, as joias radiantes que anularam a pena de morte que havia sobre nós".

Santa Gertrudes de Helfta

SANTA GERTRUDES DE HELFTA (1256-1302) Santa Gertrudes de Helfta foi monja cisterciense e escritora mística, também conhecida como Gertrudes a Grande, ou Gertrudes a Magna. Das origens de Gertrudes de Helfta só se conhece a data de nascimento: 6 de janeiro de 1256. O lugar parece ter sido Eisleben, e a familia é um enigma. O silêncio a respeito resultou suspeito, e se há elaborado conjecturas como a procedência servil ou pobre; haver sido abandonada; ou ser filha ilegítima de algum nobre. O que é seguro é que em sua familia existiam circunstâncias que na época não era adequado mencionar. Com a idade de 5 anos ingressou no monasterio de Helfta. Sobre isto tão pouco hão ficado noticias, desconhecendo-se como chegou e se foi acolhida exclusivamente como educanda, para ser formada na escola de meninas a cargo de Matilde de Hackeborn; ou como oblata, oferecida a Deus para converter-se em monja. Gertrudes iniciou sua aprendizagem monástica. Realizou o noviciado, professou e recebeu uma cuidada formação teológica, filosófica, literaria e musical. Sua vida foi normal até os 25 anos, como uma monja a mais do monastério, dedicada à copia de manuscritos, a costura e aos labores agrícolas da horta monastica. Não desempenhou cargos importantes, ou ao menos só se conhece que foi cantora segundo às ordens de Matilde de Hackeborn. Em 27 de janeiro de 1281 teve sua primeira experiencia mística, que suporía uma profunda mudança em sua vida. Se tratou de uma visão de Cristo adolescente, que lhe dizia: "Não temas, te salvarei, te livrarei... Volve-te a mim e eu te embriagarei com a torrente de meu divino regalo". A partir disto deixou os estudos profanos e de literatura pelos estudos teológicos; e sua existência passou de ser rotineira a viver uma profunda experiencia mística. Gertrudes viverá uma intensa vida mística em meio a vida comunitaria. Muitas vezes sofreu enfermidades, porém isto não a incapacitou para dedicar-se a escrever diversas obras literárias entre as que se encontravam comentarios à Sagrada Escritura. Se perderam quase todas as suas obras, conservando-se só três. Memorial da abundancia da divina suavidade. Tem 24 capítulos. O gênero é semelhante às Confissões de Santo Agostinho. Recolhe a experiencia mística de Gertrudes desde sua conversão até o ano 1190. Dos materiais soltos escritos ou ditados por Gertrudes, assim como os recolhidos pelas monjas contemporaneas, surgiu a segunda obra. A autora que os ordenou permanece no anonimato, e se chama a si mesma "redatora" (redactrix). A compilação se terminou pouco antes de morrer Gertrudes. Consta de cinco livros. O primeiro é um panegírico da pessoa e atividade de Gertrudes de Helfta, obra da redatora. O segundo incorpora o Memorial exclusivamente. Os livros terceiro, quarto e quinto recolhem os materiais de diversa procedência, que relatam as experiencias místicas de Gertrudes em torno às festas litúrgicas, assim como as revelações recebidas sobre a morte e gloria de pessoas de sua volta. Livro de orações composto integralmente por Gertrudes. A finalidade é reavivar o fervor religioso mediante a reflexão. São 7 exercicios, que respondem aos momentos mais importantes da vida de uma monja: batismo, conversão, consagração virginal, profissão monástica, louvor divino e morte, entendida como encontro com o divino Esposo. Toda a obra de Gertrudes se organiza em torno à vida monástica, cujo centro é a Liturgia das Horas, a Eucaristia e a Lectio Divina. Sua espiritualidade é de caráter cristocêntrico, destacando especialmente a imagem do Coração de Jesus, símbolo do amor divino. Suas obras, junto com a de Matilde de Hackeborn, são um dos testemunhos mais antigos desta devoção. A presença da Virgem Maria também é importante, porém sua mariologia se integra por completo em sua cristologia. A respeito das virtudes, têm uma visão otimista e positiva, em chave de acolhida da graça divina e de progressiva união com Cristo, mais que como uma luta contra os vicios e as paixões. Junto a isto desenvolve a ideia da suplência de Cristo, pela qual o amor de Jesus lhe leva a suprir e sanar com seus méritos e virtudes a insuficiência do homem para salvar-se. Tudo isso entrega ao homem a liberdade de coração. Talvez este seja o ponto que mais chamou a atenção aos seus leitores. Gertrudes se sente soberanamente livre confiando plenamente no amor e na misericordia de Cristo. Isso a fez ser otimista e intrépida, manifestando-o por exemplo em sua prática de comungar sempre que podia, algo impensavel para seu tempo, pelas orações, jejuns e exercicios necessários para preparar-se. A suplência de Cristo sanava os esquecimentos a este respeito. Seus escritos e espiritualidade passaram desapercebidos até 1536 em que os cartuxos de Colonia imprimem o Memorial. A aceitação e êxito foi enorme, e se produziu toda uma corrente espiritual em torno a ela que se traduziu em reedições contínuas de seus escritos e numerosas biografias. Por tal êxito, e ao desconhecer o apelido, começou a ser chamada Gertrudes a Grande, ou a Magna. Gertrudes morreu em 17 de novembro de 1302, em Helfta, aos 45 anos de idade.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Felicidade e Superação

Felicidade de verdade não vem da ausência de problemas, vem da superação das dificuldades. Felicidade não é apenas uma reação, é uma escolha que você faz para a sua vida. Em todo instante da vida há lugar para ser feliz. Você quer ser feliz? Faça alguém feliz. Ao longo dessa semana estamos evangelizando, convide alguém que está triste, infeliz, para escutar o Nosso Momento de Fé. E com certeza você está no caminho da felicidade. Um forte Ágape Amor Divino!!! Mensagem do programa "Nosso Momento de Fé Padre Marcelo Rossi www.padremarcelorossi.com.br/ Rádio Globo Rio de Janeiro

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Nossa Senhora da Reconciliação

Repousam meus pobres olhos sobre Ti e ao olhar teu doce ventre, me consola suavemente tua ternura maternal. Tua dulcíssima figura, que a serpente domina acende o amor em mim, e renasce a esperança,ao repousar meus pobres olhos sobre Ti. Em teu peito há um ardente esplendor, que teu coração acende, onde a espada que pende me convence do amor. Não há tristeza que não ceda nem sequer dor que resista a teu doce coração. De ternura Tu és fonte se em teu peito há um ardente esplendor. O teu manto é remanso de amor onde o pecador encontra a esperança que o alenta a confiar que há perdão. Tuas mãos, que são tão puras, me consolam e me indicam a razão de existir. Quem em ti não confiaria? Se teu manto é remanso de amor. É teu nome um belo canto à tua bondade, que se fala docemente, pronuncia lentamente e repete sem cessar. Que serena melodia é teu nome pronunciar. Como não dizer Maria? Se é teu nome um belo canto à tua bondade. Em teu seio o próprio Verbo se encarnou E em teu ventre o cinto de ouro testemunha tua esperança e pureza em esplendor. Ó terna Rainha minha, me conduzes e me guias para o Reconciliador. Quem sem Ti conseguiria? Se em teu seio o próprio Verbo se encarnou. Quem consegue resistir a teu candor? Se ante teu olhar tão terno a soberba se dissolve como névoa sob o sol. Alegrias junto às dores se unem como brancas flores em torno ao teu coração. Minha vida a Ti confio, ó Mãe dolorosa, a teu amor! Ó VIRGEM MARIA, MÃE DO RECONCILIADOR http://paroquiadossantosanjosleblon.blogspot.com.br/2011/10/nossa-senhora-da-reconciliacao.html